Quando inserir chocolate na alimentação infantil

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Quando inserir chocolate na alimentação infantil

Introdução

Quando falamos em chocolate, automaticamente vem à mente essa delícia que tanto amamos. No entanto, quando se trata da alimentação infantil, surge a dúvida: quando é o momento certo de inserir o chocolate na dieta das crianças? Sabemos que o chocolate é um alimento rico em açúcar e gorduras, o que pode trazer consequências negativas à saúde das crianças se consumido em excesso. Por isso, neste artigo, vamos abordar esse assunto tão importante e dar dicas de como inserir o chocolate na alimentação infantil de forma saudável e equilibrada.

 

Quando inserir chocolate na alimentação infantil

Por que o chocolate é tão amado pelas crianças?

Não é preciso ser mãe ou pai para saber que as crianças adoram chocolate. E isso tem uma explicação científica. O cacau, um dos principais ingredientes do chocolate, é rico em triptofano, um aminoácido que estimula a produção de serotonina, conhecida como o “hormônio do bem-estar”. Além disso, o chocolate também é fonte de alguns minerais importantes, como o magnésio e o potássio.

A idade ideal para inserir o chocolate na alimentação infantil

Segundo especialistas, a introdução do chocolate na alimentação infantil deve ocorrer a partir dos 2 anos de idade. Nessa fase, as crianças já possuem um sistema digestivo mais desenvolvido e podem lidar melhor com alimentos mais pesados e calóricos. Além disso, nessa idade, as crianças têm um paladar mais desenvolvido e são capazes de identificar os diferentes sabores do chocolate.

Como inserir o chocolate na alimentação infantil de forma saudável?

É importante ressaltar que o consumo de chocolate deve ser moderado e equilibrado, mesmo após os 2 anos de idade. Por isso, algumas dicas são importantes:

1. Opte pelo chocolate amargo

O chocolate amargo é rico em cacau e possui menos açúcar e gorduras em relação ao chocolate ao leite. Além disso, é fonte de antioxidantes importantes para a saúde. Procure por opções com no mínimo 70% de cacau.

2. Não ofereça chocolate todos os dias

É importante estabelecer limites e ensinar às crianças que o chocolate é uma delícia, mas deve ser consumido com moderação. Determine dias específicos da semana para oferecer o chocolate, como uma recompensa.

3. Combine o chocolate com alimentos saudáveis

Uma forma de equilibrar o consumo do chocolate é combiná-lo com alimentos saudáveis, como frutas, cereais integrais e oleaginosas. Isso reduz a quantidade de açúcar e gorduras ingeridas e fornece nutrientes importantes para a saúde.

4. Controle a quantidade de chocolate oferecido

A quantidade ideal de chocolate a ser oferecida para crianças varia de acordo com a idade. Até os 5 anos, não é recomendado ultrapassar 10 gramas por dia. Aos 6 anos, a quantidade pode ser aumentada para 20 gramas, e a partir dos 8 anos, o limite é de 30 a 40 gramas por dia.

5 motivos para inserir o chocolate na alimentação infantil

Agora que já sabemos como deve ser o consumo do chocolate na alimentação infantil, é importante destacar alguns motivos pelos quais ele pode ser inserido na dieta das crianças.

1. Estimula o bom humor

Como mencionado anteriormente, o chocolate é rico em triptofano, que estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pelo controle do humor e bem-estar.

2. Fonte de energia

O chocolate é uma excelente fonte de energia, pois é rico em açúcar e gorduras saudáveis, como o ácido oleico presente no cacau.

3. Melhora a concentração

Alguns estudos apontam que o consumo moderado de chocolate pode melhorar a concentração e desempenho cognitivo das crianças.

4. Fortalece o sistema imunológico

O cacau é fonte de antioxidantes, substâncias que ajudam a fortalecer o sistema imunológico das crianças e prevenir doenças.

5. Auxilia no processo de aprendizagem

Além de estimular o bom humor e a concentração, o chocolate também pode ser um aliado no processo de aprendizagem, pois contém nutrientes importantes para o desenvolvimento cognitivo das crianças.

Outros elementos importantes a serem considerados

1. Atenção às alergias

Antes de inserir o chocolate na alimentação infantil, é importante realizar um teste de alergia. Caso a criança apresente alguma reação alérgica após o consumo, é necessário evitar o alimento e procurar um médico.

2. Cuidado com os rótulos

Leia sempre os rótulos dos produtos e evite chocolates que contenham ingredientes prejudiciais à saúde, como corantes e aromatizantes.

3. Incentive a prática de atividades físicas

É importante equilibrar o consumo de chocolate com a prática de atividades físicas, pois o excesso de calorias pode causar ganho de peso e outras doenças.

Como lidar com a tentação do chocolate?

1. Não use o chocolate como forma de recompensa ou punição

Estabeleça outras formas de recompensar e disciplinar as crianças, evitando associar o chocolate a emoções e comportamentos.

2. Seja um exemplo

As crianças aprendem muito pelo exemplo dos pais, por isso, é importante que os adultos também tenham uma relação equilibrada com o chocolate e cuidem da própria alimentação.

3. Ofereça outras opções

Além do chocolate, há outras opções de doces saudáveis, como frutas, iogurtes naturais e bolos integrais. Experimente oferecer outras alternativas para a criança.

4. Converse sobre o assunto

Converse com as crianças sobre a importância de uma alimentação equilibrada e os benefícios de cada alimento. Assim, elas também desenvolvem consciência sobre suas escolhas alimentares.

5. Reserve o chocolate para ocasiões especiais

Para evitar o consumo excessivo, deixe o chocolate para ser consumido em ocasiões especiais, como festas de aniversário, por exemplo.

Conclusão

Inserir o chocolate na alimentação infantil é uma tarefa que requer cuidado e equilíbrio. No entanto, quando consumido de forma moderada e combinado com outras opções saudáveis, pode fazer parte da dieta das crianças sem prejudicar a saúde. É importante lembrar que cada criança é única e possui necessidades nutricionais diferentes, por isso, é fundamental consultar um médico ou nutricionista para orientações específicas. Além disso, é essencial que os pais sejam exemplos e incentivem hábitos alimentares saudáveis desde cedo, criando uma relação positiva com a alimentação e evitando problemas futuros.

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